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Enfrentar os assuntos referentes à morte de um familiar normalmente é uma tarefa difícil, por isso, é importante procurar assessoria jurídica nos processos de inventário judicial e extrajudicial, para auxiliar ao cliente para solucionar as questões referentes à transmissão dos bens e valores do falecido.

Toda a pessoa que possuía bens em seu nome e faleceu, para que estes bens sejam transmitidos aos herdeiros, deve ser realizado o processo de inventário. Hoje, este processo pode ser feito de duas formas: judicial e extrajudicial. Qual a melhor alternativa? Depende do caso, então primeiramente é importante compreender a diferença dessas duas modalidades.

O inventário judicial é aquele realizado com o ingresso de uma ação na Justiça e é a modalidade obrigatória nos casos em que o falecido deixa testamento, quando existe interessado incapaz e nos casos em que há divergência entre os herdeiros/interessados sobre a partilha dos bens.

O inventário extrajudicial é aquele realizado em Tabelionato, através de uma escritura pública. É um procedimento mais rápido, porém para que esta alternativa seja possível, todos os interessados devem ser capazes e estarem em concordância com a partilha dos bens, além de não existir testamento em nome do falecido.

Importante lembrar que nas duas modalidades é obrigatório o acompanhamento de um advogado. É fundamental você buscar um advogado especialista na área, pois isso lhe trará economia de tempo e a segurança de que o inventário será realizado da melhor forma possível.

Se você tem dúvidas, entre em contato com nossas advogadas especialistas na área de Direito de Família e Sucessões do Escritório Lini & Pandolfi, pois assim, você poderá resolver todas as questões sobre a transmissão dos bens deixados pelo seu familiar.

 

Lisiane Amaro
OAB/RS 70.389

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