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Recentemente, a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho concluiu que o tempo despendido pelo funcionário na participação de cursos pela internet (treinet), fora do expediente, configura tempo à disposição do empregador, devendo, portanto, ser remunerado como horas extraordinárias, pois o tempo gasto pelo empregado nos cursos de qualificação profissional não podem ser entendidos como interesse exclusivo do trabalhador, mas ao interesse concorrente do empregador, que diretamente se beneficia de sua mão de obra mais preparada para enfrentar os desafios inerentes aos riscos da atividade econômica. (Processo n. 0020882-23.2014.5.04.0012)

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